NDVI comprova maior eficiência de fungicidas Syngenta

A cada safra, a Syngenta coloca seus produtos à prova em lavouras de todo o país. A companhia propõe aos agricultores que façam um comparativo entre o padrão produtor – aqueles produtos que já são utilizados na operação –, e o produto da Syngenta. Na safra de 2019/2020, o teste foi realizado em uma operação do interior de São Paulo e comprovou a qualidade dos fungicidas da empresa.

A área que recebeu o manejo com produtos da companhia teve uma produtividade de 88 sacas de soja por hectare, enquanto o restante do talhão produziu 85. É nesse cenário que entra o Cropwise Imagery: ferramenta que analisa o vigor da lavoura por meio das imagens de satélite. Com a ferramenta digital, é possível aferir esses resultados, gerando uma avaliação precisa e confiável.

 

Engenheira agrônoma e Assistente Técnica de Vendas (ATV) da Syngenta, Ana Carolina Moncagatti é responsável por conduzir esse tipo de ação em lavouras do estado de São Paulo. Segundo ela, o objetivo, além de apresentar o portfólio Syngenta aos agricultores, é comprovar que o investimento nos produtos da companhia traz resultados. “O produtor quer saber o que dói no seu bolso, o que vai valer a pena. E a gente provou isso, foi nítido”, conta a ATV.  

Ao fim da safra, o manejo com os fungicidas se provou melhor do que os produtos adotados anteriormente pelo produtor. O Retorno sobre o Investimento (ROI) dos fungicidas Syngenta, que mede o rendimento obtido a partir dos recursos investidos — foi de 2,9 sacas por hectares. O bom desempenho foi comprovado pelo Cropwise Imagery, que, ao longo da safra, indicou que o trecho mais saudável do talhão recebeu os produtos Syngenta.  

Para o Analista de Desenvolvimento de Negócios da Syngenta, Leonardo Teixeira, a análise de NDVI realizada pelo Imagery oferece uma visão mais precisa do talhão. Foi ele quem selecionou as imagens para a avaliação dos resultados finais do comparativo e garante: “Estamos falando da mesma variedade, plantada no mesmo dia. As áreas estão no mesmo estádio fenológico e, mesmo assim, há diferenças. Ou seja, o padrão Syngenta estava mais saudável, mais vigoroso”, explica.  

Moncagatti e Teixeira concordam: as imagens de satélite enriquecem esse tipo de comparativo de produtos. Para a ATV, “as imagens geram mais confiança. Não sou eu que estou falando, é a ferramenta”. O analista completa: “A olho nu, às vezes, a gente não consegue pegar alguns detalhes sobre a saúde da planta. Pode parecer tudo uniforme, mas com o NDVI é possível ver as diferenças para, no final, fazer a escolha certa de qual produto utilizar na sua lavoura”, conta.

Do início ao fim do teste com o NDVI

A utilização do Cropwise Imagery não se resume ao final da safra, quando são avaliados os resultados. Para a condução desse tipo de teste, é possível investir na ferramenta na etapa de pré-plantio. Segundo Leonardo Teixeira, nessa fase, foi feita a escolha de um talhão uniforme que permitiu um comparativo justo.  

Moncagatti explica que teve a ferramenta como aliada em todos os cerca de 110 dias da safra. Ao longo desses meses, a análise NDVI foi importante para as escolhas realizadas em torno das aplicações. “Aí a gente vai percebendo que o produto está cumprindo sua proposta de valor”, diz.

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