Protector acelera tomada decisão em cliente do MS

Um dos principais benefícios da adoção de ferramentas digitais no campo é suportar e acelerar a tomada de decisão do produtor. Soluções que reúnem dados valiosos sobre a fazenda simplificam a análise e o cruzamento de informações, auxiliando em ações precisas e na hora certa. Essa é a expectativa do cliente do Cropwise Protector João Augusto Colla, no Mato Grosso do Sul, que está na primeira safra com o software da Syngenta Digital

Responsável pelo planejamento técnico das três propriedades, Domingos Carlos Júnior conta que o objetivo é explorar os potenciais da ferramenta em todas as fases da safra de soja e da safrinha de milho. “A praticidade da ferramenta ajuda muito. Já estamos utilizando em todas as áreas, e o foco maior é nas prescrições de aplicação. A gente faz o monitoramento e, em cima dele, toma as decisões. Com os mapas de calor, criamos a prescrição”, conta Júnior. 

Os mapas de calor são gerados pelo Protector depois que os dados do monitoramento georreferenciado são inseridos no sistema. Assim, o gestor tem em mãos os locais exatos dos problemas, como pressão de pragas e indícios de doenças. A expectativa é que eles permitam a implantação da aplicação em taxa variável, segundo Domingos Júnior. 

Consultoria especializada e parceira do produtor 

“Agora, eles têm o controle de tudo o que acontece na fazenda, na palma da mão. A gente apresentou, e eles estão utilizando tudo da plataforma, deu certo”, comemora a Especialista em Transformação Digital (ETD) da Syngenta Digital Suzany Dutra

O cliente tem 2.800 hectares monitorados pela solução digital e é parceiro da Ciarama Máquinas, concessionária da John Deere em Ponta Porã. No início da safra de soja, Suzany Dutra fez a implantação do Protector, uma capacitação com os funcionários da fazenda que ensina a como usar o tablet, a plataforma e a fazer o monitoramento digital.  

Vendo a necessidade de um aprofundamento na integração com a John Deere, a ETD fez um treinamento mais específico em que tirou dúvidas e mostrou o que a equipe poderia fazer de diferente. “Depois que começa a utilizar, aparecem as dúvidas. Nesse dia, a gente contou com a parceria da Ciarama Máquinas, um técnico da John Deere apresentou o sistema deles, e eu mostrei a integração na nossa plataforma. Foi bem legal”, conta Dutra, que não hesita em apontar o principal benefício até agora nas propriedades: “Com certeza, acelerar a decisão. Geram os dados pelo celular e tomam a decisão”. 

Além de visitas periódicas, a ETD mantém um grupo no WhatsApp com o time que usa o Protector, para dar suporte sempre . “A gente procurar fazer projetos diferentes, como o treinamento com a John Deere. É sempre bom mostrar as novidades do mercado”, completa. 

NDVI, aplicações e controle de estoque 

Domingos Júnior conta que o próximo passo é colocar em prático o que foi ensinado no treinamento, integrando o My John Deere ao Protector. “A gente vai integrar os dois e utilizar os mapas nas aplicações. Vai ajudar em prescrição e, depois, em correção”, diz ele, que também aposta nas imagens NDVI para comparação com mapas de aplicação e colheita. 

“Se tiver relação, a decisão fica mais assertiva. Já teve manchas que olhamos no talhão e imaginamos uma situação. Fomos lá e coincidiu, parte do talhão estava sem aplicação por erro operacional. A gente corrigiu a tempo” relata Júnior, que também usa o gerenciamento de estoque do software para acompanhar o valor da safra ao longo do tempo.

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